Food News Latam - Proteínas alternativas: O que esperar do novo mercado crescente no Brasil?

 

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Proteínas alternativas: O que esperar do novo mercado crescente no Brasil?

Brasil Agricultura

Tema foi palestrado durante primeira edição do Horizonte 20 Food Nordeste que aconteceu na capital recifense. A nova tendência da indústria global também chegou até as prateleiras dos consumidores. Pensar em alternativas para substituir a proteína animal veio para atender uma necessidade da superpopulação, que vem preocupando a indústria de alimentos.

Raquel Casseli que é especialista em Gestão de Sustentabilidade Corporativa, explicou, em Recife, durante o Horizonte 20 Food Nordeste realizado na última semana, que algumas formas deste mercado podem mudar com os impactos sociais.

A palestrante apresentou alguns dados durante as Vozes do Horizonte, uma das atividades do encontro. “Segundo a ONU a população mundial deve chegar a 9,7 bilhões de pessoas em 2050, além disso, para suprir as necessidades da população, teríamos que produzir cerca de 70% da produção animal, sendo um desafio muito grande para a indústria”, detalhou Casseli. Ainda segundo ela, por consequência disso o mercado começou a estudar alternativas para reduzir os produtos de origem animal.

Além do impacto da crescente população, outro fator também foi importante para a indústria gerar alimentos de origem vegetal. O bem estar animal é uma demanda do consumidor, o crescimento dos orgânicos gerou público e diminui os impactos ambientais, levando as empresas a inovar, trazer qualidade para seus produtos.

A especialista contou que as empresas alimentícias se preocuparam em reformular o produto para que levasse todas as características em sabor, textura e aroma. Assim, buscam adaptações para a melhoria do consumidor, tanto no sabor quando no valor nutricional. O desafio é promover essas mudanças sem prejudicar outro fator decisivo de venda: o preço.

O que esperar do futuro em relação aos novos produtos alternativos? De fato, o mercado se preocupa em levar as expectativas do consumidor até à mesa. Afinal, não precisou mudar a educação alimentar do consumidor, mas sim o produto e suas qualidades. Mas o caminho para as melhorias ambientais e nutricionais já começou. Raquel concluiu que os hábitos alimentares não vão mudar, mas sim diversificar. A alimentação não é só nutrição. A gente tem o prazer de sentar à mesa e comer, vamos ter a carne tradicional, a carne vegetal", detalhou a palestrante reforçando que teremos mais variações na mesa.

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